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31 DE AUGUST DE 2026
IRIB pauta segurança jurídica, desjudicialização e agronegócio no primeiro dia da oitava edição do Congresso IBRADIM
Comitiva do Instituto integrou painéis simultâneos em Salvador, destacando a função preventiva dos Cartórios e a modernização do mercado imobiliário brasileiro.
A modernização dos procedimentos extrajudiciais e o fortalecimento da segurança jurídica balizaram a atuação do Instituto de Registro Imobiliário do Brasil (IRIB) na abertura do 8º Congresso Nacional do IBRADIM. Realizado em Salvador (BA), o evento reuniu, nesta quinta-feira, 27/08/2026, integrantes da Diretoria do Instituto e da Comissão do Pensamento Registral Imobiliário do IRIB (CPRI/IRIB) em painéis dedicados a esmiuçar a concentração de atos na matrícula, os limites da desjudicialização e a mitigação de riscos nas transações rurais.
Logo nas primeiras horas do encontro, o Secretário-Geral do IRIB, Ivan Jacopetti do Lago, integrou os debates inaugurais. A discussão abordou a eficácia da concentração dos atos na matrícula, mecanismo essencial para conferir transparência e blindar transações imobiliárias contra passivos jurídicos ocultos. Ao avaliar a troca de experiências com os operadores do direito presentes no evento, o secretário destacou a função econômica do registro. “Participar dessa comunidade é garantir que temas como a concentração dos atos na matrícula tragam cada vez mais oportunidades e segurança ao mercado”, pontuou.
A capilaridade da delegação permitiu à entidade ocupar espaços simultâneos de discussão. Durante a tarde, no palco dedicado ao formato podcast, a Diretora Social do Instituto, Ana Cristina de Souza Maia, e a Diretora de Extrajudicialização, Priscila Alves Patah, analisaram os cuidados jurídicos exigidos na aquisição de imóveis rurais. O painel evidenciou a complexidade das análises dominiais em operações que sustentam as cadeias do agronegócio.
Para Ana Cristina, o alinhamento de práticas é decisivo para o setor produtivo. “Estreitar laços aqui no IBRADIM nos permite alinhar os cuidados jurídicos essenciais para o desenvolvimento do agronegócio”, avaliou. Na mesma linha, Priscila Patah ressaltou a função pacificadora da atividade registral na formatação desses contratos: “Compartilhar soluções sobre a aquisição de imóveis consolida nossa rede de contatos e pacifica as relações”.
A transferência de atribuições do Judiciário para os Cartórios também pautou a agenda institucional. A Vice-Presidente do IRIB, Maria do Carmo de Rezende Campos Couto, conduziu as análises sobre os impactos da usucapião e da adjudicação compulsória extrajudicial, ferramentas que têm conferido agilidade sem precedentes à regularização fundiária no país. “A desjudicialização, pela usucapião extrajudicial, prova como o Registro de Imóveis é parte ativa da transformação da sociedade”, afirmou a registradora.
O encerramento do ciclo de debates da comitiva neste primeiro dia coube a Alan Felipe Provin, atual Coordenador-Geral da CPRI/IRIB. O especialista abordou os desafios operacionais das exigências registrais e a necessidade de uniformização de entendimentos, reforçando o compromisso com a padronização e o rigor técnico. “Debater as exigências registrais neste palco é fortalecer a jurisprudência e a prática técnica em todo o Brasil”, concluiu.
Fonte: Assessoria de Comunicação do IRIB.
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